CariúchaDivulgação / Juliana Soriani
Acompanhei a maioria das reações. O povo sempre terá opiniões diversas… Nem Jesus agradou a todos, imagina eu (risos). Mas a maior parte do público gostou, achou divertido e o que importa pra mim é levar alegria para o povo.
- Substituir um nome como Luciana Gimenez naturalmente gera comparações. Como você lida com isso na prática?
- Você buscou alguma inspiração no estilo da Luciana ou fez questão de se afastar completamente de referências?
Não busquei inspiração nela porque somos pessoas diferentes. Minhas referências foram a Oprah Winfrey, por ser uma mulher negra de punho forte que tem mais a ver comigo, e a Hebe Camargo, que sempre lutou muito pela diversidade.
- O convite para comandar o "SuperPop" surgiu de forma inesperada ou já era um movimento que você vinha construindo nos bastidores da sua carreira?
O convite para o "SuperPop" foi de forma inesperada, não foi algo construído. Foi tudo muito rápido, tanto que eu decidi em apenas uma semana assumir o programa.
- Em que momento você sentiu que estava pronta para deixar uma zona de conforto e assumir um programa solo que já está no ar há mais de 25 anos?
Na verdade, eu não me senti pronta em momento nenhum. Acredito que ninguém se sente totalmente pronto; a gente vai mesmo com medo. Eu decidi sair da zona de conforto porque a oportunidade não bate duas vezes na nossa porta, era pegar ou largar, e se não agarrasse naquele momento, só Deus sabe quando surgiria outra oportunidade de assumir um programa. Agarrei com unhas e dentes!
- A nova fase do "SuperPop" aposta em quadros inéditos, entre eles o "Garota da Laje", inspirado no concurso que revelou você ao grande público e que dá visibilidade a histórias e talentos das comunidades. O quanto revisitar essas origens fortalece hoje a sua conexão com o público?
Fortalece muito, porque eu surgi do "Garota da Laje". Voltar às raízes para mostrar a realidade das meninas das comunidades de todo o Brasil é muito importante. Eu nunca perdi essa conexão, pois minha família continua na comunidade e toda semana estou lá visitando meus parentes e em contato com as minhas origens.
- Você revelou estava vivendo um período de celibato por motivos espirituais e para focar na estreia do programa. Esse "jejum" de sexo continua ou já foi quebrado?
O "jejum" ainda continua. Não quero misturar energias nesse momento tão bom da minha fase profissional. O celibato segue até que eu encontre uma pessoa especial, pois não quero fazer amor e ter sentimento, conexão. A energia sexual é algo muito forte.
- A Páscoa chegou. Como costuma passar a data? É do time que não resiste a um chocolate ou mantém uma rotina mais controlada?
Eu vou comer muito chocolate, pois sou viciada em doce. Durante a rotina normal eu evito e como apenas nos finais de semana, mas na Páscoa eu pretendo comer o dia todo: ovinhos, bombons e ovos de Páscoa.




