Henrique Fogaça, Helena Rizzo e Erick Jacquin são os jurados do Masterchef Renato Pizzutto / Band
Mata-mata e provas inéditas prometem emoção na nova temporada do 'MasterChef Brasil'
Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça seguem no time de jurados
Rio - A 13ª temporada do "MasterChef Brasil" estreia nesta terça-feira (26), às 22h30, na Band e promete dinâmicas inéditas e um elenco que não vem para brincadeira na busca do prêmio de R$ 300 mil, além do cobiçado troféu do reality culinário. O programa também será exibido pela plataforma de streaming HBO Max e pelo canal Discovery Home & Health a partir do dia 29, sempre às sextas-feiras, às 20h30.
Em clima de Copa do Mundo, 24 participantes invadem o campo, que no caso é a cozinha, em busca de um avental. Ao longo da disputa será necessário ter habilidade para superar todas as etapas dessa peneira, com direito à fase de grupos, mata-mata e até pênaltis.
No primeiro confronto, os cozinheiros terão que preparar pratos típicos de países que são referência no futebol mundial, como Alemanha, Croácia, Espanha, França, Itália e Portugal. Os que se destacarem avançam para a para as próximas fases. Já quem não tiver um bom desempenho irá para os pênaltis e terão a última chance de seguir na dinâmica. Quem não impressionar, será eliminado. Somente no terceiro episódio, 18 cozinheiros ingressam oficialmente na competição.
"Teremos provas imponentes no estúdio. Os candidatos vieram com a estratégia de passar por cima uns dos outros, então está extremamente competitivo. Queremos salientar que o 'MasterChef' transformou inúmeras vidas desde 2014, é o maior talent show de gastronomia do Brasil, mas é um jogo. A audiência começará amando alguns integrantes, poderá odiá-los no meio do caminho, e se apaixonar por eles até o fim", avisa a diretora-geral Marisa Mestiço.
Ao longo de 19 semanas, Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça vão se mostrar tão rigorosos quanto juízes de futebol. Precisão, técnica, habilidade e sabor são indiscutíveis para o trio de jurados, que segue ditando as regras, criando obstáculos para analisar a aptidão e os limites dos jogadores.
"Atualmente, o acesso a referências para pesquisa é amplo, o que pode ser positivo ou negativo. Às vezes, quem consome conteúdo de culinária, mas não pratica, tem a falsa sensação de apropriação do conhecimento. Com isso, acaba tentando dar um passo acima das próprias possibilidades e fica para trás, já que esta área demanda o exercício constante", pontua Helena.
Para obterem êxito no reality culinário, os participantes se mostram mais preparados desde o início da competição, de acordo com Jacquin. "Hoje, alguém que entra sem entendimento de sobremesa e chocolate tem poucas chances de vencer. É preciso ter uma noção geral. Já percebemos que eles discutem e se culpam entre si pelos erros, pois entenderam que a experiência é muito potente e que, eventualmente, o personagem tem a mesma importância que a técnica", ressalta.
As memoráveis provas do programa, que está no ar há mais de uma década, agitam a disputa mais uma vez. O Leilão surge clássico e irreverente. As Caixas Misteriosas conquistam uma versão repaginada com missões complexas. As tarefas em equipe serão carregadas de tensão.
"O problema é que o 'MasterChef' sempre apresenta pegadinhas e situações que os concorrentes não conhecem. Planejamento é essencial e, principalmente, equilíbrio emocional. Se formos rígidos e o indivíduo não estiver pronto para lidar com isso, vai afundar nos embates. Aqueles que ouvem críticas duras, reconhecem os tropeços e procuram se aperfeiçoar, conseguem evoluir", destaca Fogaça.
O "Ranking" foi criado para testar a performance dos competidores, ao mesmo tempo em que o novo "Amo ou Odeio" deve deixar o ambiente eletrizante. Esta edição também contará com receitas pouco conhecidas, ingredientes exóticos, celebração de festivais nacionais e internacionais, assim como as aulas dos jurados.





