Rio - Luísa Sonza fez revelações sobre a série documental, "Se Eu Fosse Luísa Sonza", lançada em 2023 pela Netflix, durante participação no programa "Sem Censura", da TV Brasil, nesta quinta-feira (11). A cantora disse que houve divergências em relação a produção, que explorou suas vulnerabilidades e vida amorosa, além da criação do álbum "Escândalo Íntimo", e contou que chegou a brigar para algumas cenas serem cortadas.
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"Foi um contrato que não dependia só de mim o que eu queria mostrar. Eu estava, de fato, em um momento muito sensível na época. A gente assina o contrato um ano antes, as pessoas não sabem. Eu estava (pensando): 'Nossa, estou arrasando, vamos fazer um documentário para o próximo álbum?'. Chega no próximo álbum e você já é outra pessoa", afirmou a artista.
Luísa comentou que depois de passar por uma turnê estava "sem cabelo" e "acabada", mas precisou cumprir o contrato e gravar o documentário. "Obviamente, não tem o que fazer. Você está ali, fazendo o contrato. Existiram muitas divergências no que eu queria, de fato, mostrar, que era um documental sobre como a gente fazia um álbum. Acho uma das partes mais lindas, essa construção".
Em seguida, ela opinou: "Existiu, também, uma… Não vou dizer 'invasão', porque eu compactuei com isso. No que eu acredito hoje, achei um exagero", definiu Luísa. "Um sensacionalismo", disparou a jornalista Fabiane Pereira.
Sonza concordou: "É. E olha que diminuí muito. Briguei muito para cortar. Às vezes, a gente estava se divertindo, feliz após algo legal, e a música de fundo era: (de tensão). Por quê? A gente brincando!. Foi isso. Por um lado, é importante, porque existe, sim, toda essa vulnerabilidade. Eu sou uma pessoa extremamente sensível, sou muito frágil no background, lá atrás sou uma menininha que não aparece."
A bailarina e coreógrafa Heloisa Gouvêa, outra convidada da atração, apontou: "as pessoas são muito curiosas sobre o sofrimento e a dor". Luísa lamentou: "É muito triste as pessoas só terem empatia ou entenderem o sofrimento alheio, da humanidade, quando veem uma dor física, uma exaustão".