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Peça de Luisa Friese traz a atriz encarnando a Mulher Maravilha

No espetáculo, o ícone mundial e símbolo feminista, sai dos quadrinhos e repensa o seu papel nos dias de hoje

Por BRUNNA CONDINI | brunna.condini@odia.com.br

Luisa Friese: o lugar da mulher
Luisa Friese: o lugar da mulher -

Rio - Em cartaz até domingo no Sesc Tijuca, 'A Maravilhosa História da Mulher Que Foi Tirar Um Retrato', mostra as mudanças atravessadas pelas mulheres nas últimas décadas. Idealizado por Luisa Friese e dirigido por Joelson Gusson, o espetáculo traz Luisa na pele da heroína dos quadrinhos, a Mulher Maravilha.

"Quis criar um espetáculo que falasse de uma mulher no auge da carreira, que começasse a se questionar", lembra Luisa. "Fui pesquisar mais sobre a personagem e descobri no livro 'A Historia Secreta da Mulher Maravilha' (Jill Lepore). Lá tem muitos ideais e histórias dela, desde a sua criação, até como as revistas se transformavam ao longo dos anos conforme as convenções do momento em relação ao lugar da mulher na sociedade".

No espetáculo, o ícone mundial e símbolo feminista, sai dos quadrinhos e repensa o seu papel nos dias de hoje.

"A história dela é universal. Fala de todas as mulheres e de todos os lugares do século 20. Das lutas, conquistas, perdas, e do que se almeja para um futuro de igualdade", esclarece a atriz.

Se a Mulher Maravilha pudesse votar, o que escolheria num candidato à presidência, por exemplo? "Ela foi criada para trazer ao mundo a verdade, a justiça, a igualdade, a liberdade e a paz. Com certeza esses seriam os princípios que ela escolheria num candidato. E mais: que ele pudesse, assim como os professores, espalhar o conhecimento, a liberdade de expressão, a troca e a democracia para um mundo melhor para todos".

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