Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante sabatina na BandMarina Uezima/Parceiro/Agência O Dia
O anúncio amplia o desafio lançado por Lula no debate Band/Estadão deste domingo (18), e reiterado nas redes sociais nesta segunda-feira. Ao ser desafiado, o senador se esquivou. Não respondeu nem que sim, nem que não.
"Eu não posso permitir que um miliciano fique atrás de mim no debate, com um escrito na mão, 'corrupto'. Porque corrupto é a família dele, é ele. Então, a única coisa que eu estou pedindo é que ele tenha coragem de provar que é honesto", afirmou.
O presidente disse ter incluído os cinco filhos no documento porque, segundo ele, sua família é alvo de acusações a cada eleição. Ao apresentar a iniciativa como uma defesa de sua trajetória e da honra de seus familiares, o petista voltou a afirmar que esta será sua última disputa eleitoral.
"Essa é a minha última disputa eleitoral, minha última disputa, e eu não posso deixar que um ladrão tente jogar a minha biografia no lixo", disse.
Lula discursou no Largo dos Açorianos, no Centro Histórico da capital gaúcha, ponto de concentração para uma caminhada de campanha. Após a fala, iniciou o percurso ao lado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e do senador eleito pela Bahia Rui Costa (PT).


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