Luana Saraiva é bela do São PauloDivulgação
De acordo com a bela do São Paulo, Luana Saraiva, os registros mais antigos apontam para:
Índia: nos ensinamentos do Tantra e do Ayurveda, o toque consciente era usado para despertar a energia vital, promover equilíbrio e aprofundar a conexão entre corpo, mente e emoções.
China: práticas de massagem associadas à medicina tradicional buscavam desbloquear a energia (Qi), usando o toque também como fonte de prazer e vitalidade.
Egito Antigo: óleos aromáticos, unções corporais e rituais de relaxamento eram comuns, tanto para saúde quanto para o prazer sensorial.
Grécia e Roma Antigas: o corpo era valorizado, e a massagem fazia parte da rotina em termas e espaços de cuidado físico, incluindo o relaxamento profundo e o estímulo dos sentidos.
"Em todas essas culturas, o prazer não era separado do bem-estar. O toque era visto como algo natural, saudável e necessário", acrescenta Luana.
Portanto, segundo a profissional, a massagem sensual surgiu no Oriente e no mundo antigo, como expressão do entendimento ancestral de que o corpo sente, se comunica e se cura através do toque uma sabedoria que atravessou séculos e chegou até os dias atuais.
Luana Saraiva afirma que na Grécia e em Roma Antigas, a massagem sensual existia de forma natural e integrada à vida cotidiana, sem a separação rígida entre prazer, saúde e cuidado do corpo que surgiu em épocas posteriores. Segundo ela, o toque era visto como algo nobre, terapêutico e civilizado. Luana detalha:
Grécia Antiga
Utilizavam óleos aromáticos (como oliva, ervas e flores).
Os movimentos eram lentos, firmes e contínuos, promovendo relaxamento e consciência corporal.
O toque também era associado ao prazer sensorial, entendido como parte do bem-estar e da harmonia do corpo.
Não havia tabu em sentir prazer através do toque, desde que estivesse ligado ao equilíbrio e à beleza.
Roma Antiga
A massagem fazia parte do ritual do banho: aquecer o corpo, massagear, perfumar e relaxar.
Escravos especializados, chamados unctores, aplicavam óleos e realizavam fricções corporais.
O toque podia ser profundamente relaxante e prazeroso, especialmente em ambientes privados.
Para os romanos, o corpo bem cuidado era sinal de status, saúde e refinamento.












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