Oscar Schmidt, quando jogava pelo Banco Bandeirantes, na partida contra o Palmeires na qual alcançou os 40 mil pontos Marie Hippenmeyer/AFP

Brasília - O presidente Lula se manifestou por meio das redes sociais para lamentar a morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira (17). Na publicação, ele destacou que o ex-jogador "foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro" e afirmou que o Mão Santa "ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras".
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Oscar Schmidt, o "Mão Santa", foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.

Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível. Disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos.

Pela seleção, o momento mais simbólico ocorreu na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando conduziu o Brasil na vitória por 120 x 115 sobre os Estados Unidos, a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, disputado nas Filipinas.

Sua dedicação elevou o nome do pais e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte.

Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte.
A Câmara Municipal do Rio decretou luto oficial de três dias pela morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos. O presidente da Casa, Carlo Caiado (PSD), anunciou a decisão e destacou a importância do atleta para o esporte brasileiro.