Unai Simón em ação pela EspanhaFoto: Etienne Laurent/AFP
Pela regra, sempre que o árbitro autorizar a entrada da equipe médica para atender um goleiro, o treinador terá dez segundos para indicar um jogador de linha que deixará o campo por um minuto. Caso a comissão técnica não faça a escolha dentro do prazo, o capitão cumprirá a saída temporária.
"Este protocolo de testes está relacionado com as simulações táticas do goleiro — que são desleais e concedem ao treinador a oportunidade de transmitir instruções ou orientações táticas aos jogadores. Essa tática evoluiu porque as regras não obrigam o goleiro que recebeu atendimento e/ou tratamento médico a deixar o campo de jogo; portanto, não existe nenhuma medida dissuasória para a solicitação de tal atendimento ou tratamento", diz o comunicado da RFEF
A medida prevê exceções em casos de sangramento, concussão, lesões graves que exijam substituição, faltas sofridas que demandem atendimento imediato, choque com um companheiro de equipe e quando o próprio goleiro dispensar atendimento sem interromper a partida. Nessas situações, nenhum atleta precisará deixar o gramado.
A mudança ganhou força após a Copa do Mundo de 2026, quando a Fifa testou uma regra que obrigava jogadores atendidos em campo a permanecerem um minuto fora da partida.
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