Davide Ancelotti, ex-técnico do BotafogoVítor Silva / Botafogo
"É algo que eu também fazia quando era treinador do Botafogo. Depois de conhecer o jogador e sua personalidade, você pensa em formas de se conectar com ele. Livros, filmes, tudo pode servir de inspiração para um time de futebol", disse Davide.
"Não acho que um treinador tenha que ser uma coisa ou outra. Há sempre um ponto de equilíbrio. Você se adapta aos jogadores e ao adversário, mas precisa ter ideias claras sobre o que gosta como treinador", completou.
Davide também comentou sobre o futebol brasileiro e resumiu sua visão sobre o estilo do país: "Os brasileiros amam futebol, gostam de jogar bonito, mas gostam muito de ganhar".
Davide teve no Botafogo, em 2025, sua primeira experiência como técnico principal. No comando do Alvinegro, acumulou 14 vitórias, 11 empates e sete derrotas. Apesar da eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil para o Vasco, nos pênaltis, o italiano levou o clube à Pré-Libertadores ao terminar o Brasileirão na sexta colocação.
A saída do Glorioso ocorreu no fim do ano passado, motivada por divergências internas sobre a manutenção de membros de sua comissão técnica. Desde então, ele retornou à função de auxiliar de Carlo Ancelotti na seleção brasileira, onde deve permanecer até a Copa do Mundo de 2026.

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