Estados Unidos - Companheiros na seleção brasileira, Gabriel Magalhães e Marquinhos estiveram em lados opostos na final da Liga dos Campeões 2025/26, que terminou com vitória do PSG sobre o Arsenal nos pênaltis. Magalhães foi o responsável por desperdiçar a cobrança que selou o título dos franceses. Enquanto a festa do PSG começava, ele viu o capitão do capitão do Brasil consolá-lo e, durante entrevista coletiva desta quinta-feira (18), relembrou o momento.
"Ali foi um momento de tristeza para mim. A primeira coisa que ele fez não foi comemorar, mas sim me dar um abraço. O que posso dizer é que ele me deu toda a força. Estou aqui com ele na Seleção há dois ou três anos e aprendo diariamente sempre que estou com ele. Sou muito fã como pessoa e jogador. O meu carinho por ele aumentou ainda mais após a final da Champions".
Na coletiva, ele também ressaltou que tenta ajudar da melhor maneira para que a Seleção possa marcar em jogadas de bola parada. Este, aliás, foi um dos pontos fortes daquele Arsenal na temporada.
"Acho que no clube a gente trabalha muito diariamente, e quando a gente chega na Seleção não tem tanto tempo assim para trabalhar como faz no clube. Com certeza estou tentando ajudar da melhor forma possível para que a gente possa marcar de bola parada, porque a gente sabe que bola parada muda muito jogo. Marcando de bola parada. Com certeza estou tentando passar para os meus companheiros um pouco do que nós fazemos lá".
Depois de estrear com empate em 1 a 1 na Copa do Mundo de 2026, o Brasil tenta se recuperar com uma vitória diante do Haiti. As duas seleções vão se enfrentar nesta sexta-feira (19), a partir das 21h30 (de Brasília), na Filadélfia.
"A gente sabe o que tem que fazer dentro de campo. Sabemos que não fizemos um bom primeiro jogo. O que podem esperar de nós é muita entrega e dedicação dentro de campo no jogo de amanhã. Vamos fazer de tudo para sairmos vitoriosos".
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