Miroslav Koubek, agora ex-técnico da TchéquiaFoto: Alfredo Estrella/AFP
O treinador de 74 anos havia levado os tchecos de volta ao Mundial depois de 20 anos, graças às vitórias nos pênaltis sobre Irlanda e Dinamarca na repescagem europeia, em março. No entanto, a equipe não conseguiu brilhar no torneio e somou apenas um ponto, no empate por 1 a 1 com a África do Sul, além de derrotas para Coreia do Sul e México no Grupo A.
"Chegamos a um acordo com o técnico Miroslav Koubek para encerrar nossa parceria", declarou o presidente da FACR, David Trunda, em comunicado.
"Em uma reunião hoje, o técnico apresentou seu pedido de demissão, e decidi aceitá-lo após um debate aberto e correto", acrescentou o dirigente.
Koubek havia assinado contrato de dois anos com a FACR ao assumir o cargo antes da repescagem, mas enfrentou duras críticas após o fracasso na Copa do Mundo.
"Minha decisão também se deve a uma campanha midiática baseada em uma série de meias-verdades a meu respeito", afirmou Koubek em comunicado.
Além da saída do treinador, a seleção tcheca também perdeu seu maior artilheiro. O atacante Patrik Schick, de 30 anos, anunciou aposentadoria da seleção após a eliminação na Copa do Mundo. O jogador do Bayer Leverkusen encerrou sua trajetória com 56 partidas e 26 gols pela equipe nacional.
A República Tcheca voltará a campo na Liga das Nações da Uefa 2026/27. A equipe disputará a primeira divisão e enfrentará Croácia, Inglaterra e Espanha pelo Grupo A3.

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