Rodrigo Caio, em entrevista ao ’Podcast 10 Reprodução / YouTube
"Ele [Filipe Luís] me liga junto com o Flamengo para aceitar, fazer uma análise e ver que eu poderia ajudar. Tive duas conversas. Com o Filipe, eu disse: 'Você é um amigo, um irmão, independente da nossa amizade, se eu não estiver entregando, seja sempre direto. Vou sair e a amizade continua'. E falei a mesma coisa para o Boto: 'A partir do momento que eu fizer alguma coisa que não esteja agradando ou no nível do Flamengo, quero que olhe no meu olho e me fale. Se eu tiver que sair, eu saio em paz'", afirmou Rodrigo Caio.
O ex-jogador era o responsável pelas bolas paradas defensivas e ofensivas. No entanto, ele optou por manter a palavra, depois que o técnico foi demitido. "Eu falei para o Filipe: 'Estou indo por você e também pelo Flamengo, que é um clube que eu amo. Mas, você me ligou, pediu minha ajuda com a bola parada. A partir do momento que você sair, eu saio junto'. Isso sempre foi algo muito claro."
"Disse a ele o quanto sou grato por ter aberto as portas do Flamengo novamente para mim. Ele [Bap] me convidou para permanecer, disse que o pensamento era ter uma comissão permanente no clube. Eu agradeci, porque é uma honra muito grande, mas expliquei que a palavra é uma só. Disse: ‘Não posso, vai contra meus princípios. É inegociável. Agradeço do fundo do meu coração, mas saio com o Filipe’. Ele deixou as portas abertas. É um clube que eu amo."
Como jogador do Flamengo, Rodrigo Caio conquistou duas Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros, uma Copa do Brasil, uma Recopa Sul-Americana, uma Supercopa Rei e três Campeonatos Cariocas.



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