Mattheus Montenegro, atual vice-presidente geral do Fluminense, ao lado de Abel BragaMarina Garcia / Fluminense FC
Dentro do clube, o mandatário já tem participação direta em assuntos como o Regime Centralizado de Execução (RCE) e o projeto da Lei Geral do Esporte (SAF).
O plano na área esportiva inclui melhorias no CT Carlos Castilho e em Xerém. Além disso, incentivo ao futebol feminino, projetos voltados aos esportes olímpicos, reforma em Laranjeiras, ampliação de eventos para a torcida e aprimoramento da experiência no Maracanã. As informações são do site 'ge'.
A gestão também propõe a reestruturação financeira do Tricolor com foco na redução de dívidas, avaliação da SAF e incentivo a novos negócios e patrocínios. Outros pontos abordados são o fortalecimento do sócio-torcedor, a expansão de receitas comerciais e o aprimoramento da gestão administrativa. Há também a ideia de investir em marketing e na valorização da marca.
Além de Mattheus Montenegro, há quatro pré-candidatos: Celso Barros, que também lançou a candidatura nesta terça (veja algumas propostas abaixo); o advogado Ademar Arrais, que concorreu no último pleito e vai lançar a candidatura no fim de outubro; o advogado Luis Monteagudo, que lançou a candidatura no começo de setembro; e o jornalista Ricardo Mazella, que se lançou candidato no começo de setembro.
Propostas de Celso Barros
Caso seja eleito, ele pretende contratar um CEO para comandar desde a base até o profissional. Entre as propostas, estão: a apresentação de uma ampla reforma estatutária; a aprovação e garantia do voto on-line para todos os tricolores; a contratação de estudo independente para avaliar o melhor modelo de SAF e estabelecer o valuation real do clube e qualificação efetiva dos esportes em caso de má administração; o resgate do clube associativo; entre outros.
A eleição no Fluminense ainda não tem data definida, mas acontecerá em novembro.

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