Equipe feminina do Fluminense, em vitória contra o Botafogo, na última quarta-feira (4)Marina Garcia / Fluminense

Rio — O Fluminense deu início, em 2026, ao processo de profissionalização do futebol feminino, com a implementação de vínculos empregatícios para todas as jogadoras, o que garante a elas direitos trabalhistas e benefícios de contratos profissionais. Além disso, o clube passou a utilizar o CEFAN, da Marinha, para os treinamentos das atletas.
A gerente da modalidade, Amanda Storck, destacou, em entrevista ao "ge", como a condição financeira do Tricolor impactou positivamente na categoria.
"Neste ano, alcançamos a formalização do vínculo com as atletas por meio da assinatura da carteira de trabalho, garantindo-lhes todos os direitos de um contrato profissional. Este momento marca o início de uma nova era para o futebol feminino do Fluminense, um caminho que, vale lembrar, vem sendo pavimentado há bastante tempo", disse.

O Fluminense disputa a primeira divisão do Campeonato Brasileiro Feminino pelo terceiro ano seguido. A primeira partida do Tricolor na temporada aconteceu na última quarta-feira (4), com a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, pela Copa Rio Feminina.

Amanda detalhou que as contratações para 2026 foram "pontuais e estratégias", com o objetivo de qualificar o elenco e repor saídas.
"Este ano, inclusive, mantivemos a maior parte do elenco da temporada anterior, com apenas sete novas atletas, um número bem menor de movimentações em comparação aos anos passados. O clube trabalha para fortalecer a modalidade com responsabilidade financeira, buscando parceiros, patrocínios e projetos incentivados específicos para o futebol feminino."