Thiago Silva em ação pelo Fluminense diante do Bahia, no MaracanãLeonardo Brasil / Fluminense FC
“Sou um cara privilegiado por fazer o que faço, trabalho com o que mais amo na vida. Jogar no meu time de coração pela terceira vez na carreira foi algo que não programei. A decisão nunca é nossa. Acho que papai do céu reprogramou a rota para que minha última dança fosse com essa camisa”, disse o jogador, em entrevista logo após o confronto.
“Espero que, com isso, possamos conquistar alguns objetivos nesta temporada. Tenho certeza de que será um ano vitorioso”, complementou.
“Para mim, (a braçadeira de capitão) é o menos importante de tudo. O gesto respeitoso do Fábio foi grande. Tive a minha saída inesperada, alguns outros jogadores ocuparam o espaço de líder. Já tive alguns problemas com a faixa de capitão na minha carreira, não quero voltar a repetir”, explicou.
“Se acharem que devo usar, vou usar, mas mesmo sem a faixa me sinto um líder. Acho que até por isso o clube apostou em mim mais uma vez”, finalizou Thiago Silva.

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