Renê em treino do FluminenseMarcelo Gonçalves / Fluminense FC
Renê vê Flu capaz de competir de 'igual para igual' com Flamengo
Lateral abordou favoritismo de rival do Rio de Janeiro e também do Palmeiras nas principais competições na temporada de 2026
O Fluminense está vivo na luta pelo Brasileiro e na Libertadores. Na Série A, a vantagem de Flamengo e Palmeiras nas primeiras colocações é grande, mas ainda assim, o lateral-esquerdo Renê acredita que o Tricolor tenha condições de atuar de igual para igual contra os dois principais elencos do futebol brasileiro.
"A gente sabe que o futebol ali dentro de campo são 11 contra 11, é tudo igual, principalmente nas copas, onde é um jogo diferente, que não é tão aberto como o campeonato de pontos corridos. Então, a gente comenta, mas sabe da nossa força, que dentro de campo não deve nada para ninguém", afirmou em entrevista à "ESPN".
Com a chegada de Marcão, Renê recuperou sua condição de titular no Fluminense, colocando Guilherme Arana como opção o banco. O lateral destacou o bom momento desde que o ex-auxiliar assumiu a função que era de Luis Zubeldía.
"O Marcão é um cara que eu conheço faz tempo. Foi um dos meus primeiros auxiliares, quando ele trabalhava com o Oswaldo [de Oliveira], nos encontramos lá no Sport. É um cara que sempre teve um carinho muito grande por mim. Vem me dando a oportunidade de estar em campo. Venho fazendo o meu máximo por ele. É um cara que é querido por todos. Espero que eu, junto com a nossa equipe, possa dar alegria para ele, quem sabe o primeiro troféu como treinador oficial, sem ser interino", contou.
Ao avaliar a carreira hoje com 34 anos, Renê admite que teve uma mudança nas suas características depois que se tornou jogador do Flamengo em 2017.
"Acho que tem dois Renês, né? O Renê que surgiu no Sport era muito ofensivo. Batia a linha de fundo, passava todas, dava quebra quase todos os jogos porque jogava numa intensidade muito alta. E depois tem o Renê que foi para o Flamengo, Internacional e agora está no Fluminense, que é um cara mais construtor, que entende mais o jogo, que joga mais para a equipe. Antes eu jogava muito para mim, pensava muito em mim", concluiu o jogador do Fluminense.

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