Faixa-preta dando aula na China: nº de professores brasileiros vem crescendo no país(Foto: Arquivo pessoal)

Maior parceiro comercial do Brasil, a China importa soja, minério de ferro, petróleo, açúcar e carnes do nosso país, mas do início dos anos 2000 pra cá, outro "produto brasileiro" também passou a ser bastante buscado pelos chineses. Estamos falando dos faixas-preta e professores de Jiu-Jitsu.

O "boom" dessa busca aconteceu com a popularização do MMA e, consequentemente, do Jiu-Jitsu. Seguindo os passos de países como Emirados Árabes Unidos, por exemplo, a China começou a importar brasileiros para dar aulas na Ásia.

Hoje, são centenas de professores morando em território chinês. É o caso do faixa-preta Pedro Brandão, que desde 2015 por lá, é o responsável por afiar o jogo de chão da fera Weili Zhang, atual campeã peso-palha do UFC.

Há três anos, o UFC também inaugurou um Instituto de Performance em Xangai, maior cidade do país. O objetivo da organização de MMA é que o espaço sirva para treinamento de lutadores chineses e de outros países próximos, além de expandir sua marca para o mercado asiático.
Andrew é especialista em negócios com a China e falou sobre relação dos países - (Foto: Arquivo pessoal)
Andrew é especialista em negócios com a China e falou sobre relação dos países(Foto: Arquivo pessoal)

Especialista em negócios com a China, Andrew Stein falou sobre esse movimento de importação de professores brasileiros de Jiu-Jitsu e acredita que, com o crescimento constante do esporte, ele deve seguir nos próximos anos.

"A China tem um mercado gigante e as pessoas adoram artes marciais. Como maior parceiro comercial do Brasil, vejo com grande entusiasmo esse crescimento do Jiu-Jitsu brasileiro“, projetou Andrew.