Lista de brasileiros suspensos por doping segue crescendo(Foto: Reprodução Instagram)
O caso de Tizil, que testou positivo para meldonium - uma droga anti-isquêmica, classificada entre os moduladores metabólicos proibidos -, porém, não é o único, e nos últimos anos, diversos lutadores brasileiros também foram dispensados pelo Ultimate por doping.
Recentemente, nomes como o peso-meio-médio Elizeu Capoeira, o peso-galo Geraldo Espartano, os pesos pesados Carlos Boi e Raphael Bebezão, entre outros, também foram punidos pela USADA e acabaram deixando o maior evento de MMA do mundo.
A pergunta que fica é: será que em todos esses casos os atletas realmente quiserem burlar o sistema ou foram vítimas de algum suplemento contaminado? Em 2019, vale lembrar, UFC e USADA divulgaram à adoção de novas diretrizes que visam proteger os lutadores de um possível caso de doping involuntário.
Diante desse cenário, é imprescindível que o competidor adote alguns cuidados com o consumo de suplementos que ajudam no desempenho esportivo. Em determinados casos, por falta de critério ou recurso financeiro, o atleta pode optar por algum laboratório não credenciado ou especializado, o que leva ao doping.
Empreendedora do ramo de suplementos, Ju Ladeira falou sobre como alguns cuidados podem evitar esse tipo de problema para os lutadores: "É preciso estar atento pois, quando produzidos industrialmente, os produtos possuem um controle maior de fabricação e testes mais rigorosos. Já na manipulação, as medidas são mais simples e erros mais comuns. Existe um fluxo de boas práticas, e é importante ter certeza que a empresa/farmácia o segue na hora de comprar o suplemento", encerrou.



Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.