CT Clube da Luta vem crescendo cada vez mais no cenário do Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro(Foto: Dani Pimenta)

A graduação de fim de ano do CT Clube da Luta foi mais do que um momento de troca de faixas. Realizada recentemente em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a cerimônia reuniu dezenas de alunos e se transformou em uma verdadeira celebração de histórias de superação, pertencimento e resiliência, valores que fazem parte do DNA do espaço.
Conduzida pelo professor Leandro Oliveira, sócio do CT Clube da Luta, a cerimônia teve um clima marcado por emoção e reconhecimento. Ao longo do evento, Leandro reforçou a importância da formação esportiva caminhar lado a lado com o desenvolvimento humano, princípio que orienta o trabalho do centro de treinamento.
Entre os momentos mais simbólicos da noite estiveram as homenagens aos atletas Lucas Queiróz e Yan Oliveira, que tiveram suas trajetórias reconhecidas não apenas pelos resultados esportivos, mas principalmente pela forma como superaram adversidades ligadas à saúde para seguir ativos nos tatames. As histórias de ambos tocaram alunos, professores e familiares presentes, evidenciando o papel das artes marciais como ferramenta de reconstrução e fortalecimento pessoal.
A cerimônia também reservou espaço para reconhecer quem contribui para o crescimento das lutas fora do tatame. O jornalista e produtor Marcos Castro foi homenageado pelo trabalho contínuo de divulgação e valorização das artes marciais, conectando atletas, projetos sociais e instituições, ampliando o alcance do esporte no Rio de Janeiro.
Outro destaque da noite foi a homenagem ao professor Fabrício Xavier, presidente do Sindilutas, reconhecido pelo trabalho em defesa da profissionalização das artes marciais e pelo apoio a iniciativas sociais que utilizam o esporte como ferramenta de transformação.
Localizado em Guaratiba, o CT Clube da Luta vem se consolidando como um importante polo de formação na Zona Oeste, unindo metodologia estruturada, corpo técnico qualificado e forte vínculo comunitário. A graduação de fim de ano simbolizou não apenas a evolução técnica dos alunos, mas também o fortalecimento de uma comunidade que cresce unida, dentro e fora do tatame