Richard encontrou no Tactical Combat o palco ideal para unir suas duas paixões: segurança pública e artes marciais(Foto: Divulgação/Tactical Combat)
A trajetória de Richard nas lutas começou ainda na infância, no Judô, modalidade que pratica desde os seis anos de idade. O contato com o Jiu-Jitsu aconteceu após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebeu a importância da arte suave para a atividade policial.
“Meu envolvimento com o Jiu-Jitsu começou após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebi a importância da arte suave tanto para a atividade profissional quanto para o desenvolvimento pessoal. No meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, me identifiquei imediatamente com a modalidade e nunca mais parei”, contou.
Além das técnicas de controle e imobilização, Richard destaca que o Jiu-Jitsu desenvolve habilidades essenciais para o trabalho policial, como disciplina, controle emocional e tomada de decisão sob pressão. Segundo ele, os aprendizados adquiridos nos tatames refletem diretamente na atuação dentro do BOPE.
Conciliar a rotina operacional com os treinamentos e competições exige dedicação, mas o policial ressalta o apoio recebido da corporação ao longo da carreira. Para ele, representar o BOPE nos campeonatos é motivo de orgulho e uma responsabilidade que serve como motivação extra.
“O Tactical Combat é a minha casa. O evento reúne tudo aquilo que faz parte da minha essência e da minha trajetória de vida. Ali consigo unir a minha profissão, o amor pelas artes marciais e o orgulho de representar a Polícia Militar e o BOPE”, afirmou o campeão do GP The Baddest Cop.

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