Simone é um dos grandes nomes da faixa-preta master entre as mulheres(Foto: Dai Bueno)
Depois de meses de intensa preparação e de uma sequência de competições internacionais, Simone reconhece que chegou ao evento nacional desgastada, mas avalia a campanha de forma positiva: “Foi um dia complicado. Eu voltei bastante desgastada depois do Mundial, de um semestre todo de preparação para o Grand Slam. Mesmo assim, fiquei bem feliz com a minha performance, mas acho que ainda tenho mais para dar, mais para desenvolver e bater mais de frente”, destacou a atleta.
O duelo diante de Gabi Pessanha já se tornou um dos confrontos frequentes da temporada. Para Simone, enfrentar a principal referência da modalidade representa uma oportunidade de evolução e também de fortalecimento do Jiu-Jitsu feminino. “Lutar com a Gabi não foi uma novidade, porque a gente vem se enfrentando direto desde que decidi permanecer na categoria. É sempre uma luta que engrandece o Jiu-Jitsu feminino, me engrandece como atleta e tenho certeza que também contribui para o desenvolvimento dela. É muito bom ver o Jiu-Jitsu feminino em um patamar tão alto e com tantas mulheres competindo”.
Agora, o foco está voltado para a reta final da temporada. Simone pretende disputar alguns opens da IBJJF antes de buscar um dos principais objetivos do ano: o Mundial Master da IBJJF. A atleta também projeta competir no Mundial No-Gi, em dezembro, mas destaca que a viabilização das viagens depende da conquista de apoio financeiro.
“Quero lutar o Mundial Master e também o Mundial No-Gi. A gente sempre enfrenta uma grande dificuldade relacionada ao patrocínio. Consegui fazer o Grand Slam Master no ano passado e, neste ano, realizei o Grand Slam no adulto, mas seguimos sempre nessa linha tênue entre conseguir viajar ou não. Minha busca agora é pelas passagens, principalmente para o Mundial Master”, encerrou.

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