São Januário é a casa do VascoReprodução
O ex-jogador relembrou ainda a final do Mundial de 2000 contra o Corinthians, que também foi disputada no Maracanã, por decisão da Fifa na ocasião:
"Se eu pudesse, obviamente jogaria em São Januário. Em São Januário você tem muito mais pressão, a torcida fica muito mais próxima, mas para todo jogador que já jogou jogos decisivos em São Januário, que já jogou com aquela torcida toda incentivando o jogo todo, São Januário é diferente", disse.
"Se eu pudesse opinar, gostaria de jogar em São Januário. Mas no Mundial (de 2000), por conta da Fifa, o jogo foi para o Maracanã. Hoje, eu escolheria jogar em São Januário. A torcida faz um caldeirão, e vencer o Vasco em São Januário é muito difícil", completou.
Ainda sobre o Mundial de 2000, Gilberto lembrou que quase 80 mil pessoas estiveram no Maracanã e destacou a força da torcida vascaína:
"A gente jogou para quase 80 mil pessoas e era um jogo de duas torcidas. A torcida do Corinthians compareceu, quase dividindo o estádio. A torcida do Vasco esteve em peso, isso demonstra a força da torcida vascaína. Jogar no Maracanã é algo mágico. Eu não tive a felicidade de atuar no novo Maracanã, mas era uma emoção muito grande", afirmou.
"São Januário sempre vai ser o caldeirão vascaíno. Toda vez que o Vasco joga em São Januário, se impõe muito mais. Mas o Maracanã traz toda essa história. Para a gente, era sempre bom estar ali, jogar com o estádio lotado. Foi emocionante, foi muito bom, infelizmente não conseguimos sair com a vitória", finalizou.
Após o empate sem gols na Neo Química Arena, na última quarta-feira (17), o Vasco decide o título no Rio de Janeiro. Em caso de nova igualdade no placar, a decisão será nos pênaltis. Além do título, o confronto também garante vaga na Libertadores ao campeão.



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