Iniciativa aposta no carinho e na convivência familiar como caminho para proteger e reconstruir históriasFoto: Ilustração
Laços que transformam: famílias de Macaé podem acolher crianças e oferecer recomeço com afeto
Programa Família Acolhedora busca voluntários para oferecer lar provisório a menores afastados judicialmente
Macaé - Famílias de Macaé têm a oportunidade de mudar destinos ao abrir as portas de casa para crianças e adolescentes que precisam de proteção. O programa Família Acolhedora oferece a chance de garantir um ambiente seguro e cheio de afeto para menores afastados do convívio familiar por decisão judicial.
A iniciativa funciona como alternativa ao acolhimento institucional, priorizando o cuidado individualizado e a convivência familiar. As famílias interessadas passam por cadastro, capacitação e acompanhamento técnico durante todo o período de acolhimento. O objetivo é assegurar que cada criança encontre estabilidade emocional enquanto aguarda a reintegração à família de origem ou outra solução definida pela Justiça.
O serviço integra a política pública de assistência social e segue as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente. Para participar, é necessário ter mais de 21 anos, morar no município e atender aos critérios estabelecidos no processo de seleção. Além do acolhimento, a cidade também conta com o programa de apadrinhamento, que permite contribuir com tempo, atenção ou apoio material.
A proposta reforça a importância da solidariedade e mostra que pequenos gestos podem ter impacto profundo. Em muitos casos, o acolhimento representa não apenas proteção, mas a chance de reconstruir vínculos e devolver esperança a quem mais precisa.

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