Niterói: idoso morreu enquanto caminhava no calçadão da Praia das Flechas, no IngáReprodução/Internet
Policiais do 12º BPM também foram acionados. Segundo a Polícia Militar, não havia sinais de violência ou indícios que sugerissem morte decorrente de ação criminosa. O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) do Barreto, onde passará por exames. Embora relatos mencionem a possibilidade de um infarto, a causa da morte ainda não foi confirmada pelas autoridades.
Médicos destacam que muitos praticantes iniciam caminhadas por conta própria, sem conhecer seus limites ou condições clínicas. Em casos de esforço acima do recomendado, podem ocorrer episódios de mal-estar, queda de pressão, arritmias e até eventos cardíacos mais graves. A ausência de orientação também aumenta a chance de lesões musculares e articulares, principalmente em quem não está habituado à atividade.
Outro ponto ressaltado por profissionais é que a caminhada, embora seja considerada leve, eleva a frequência cardíaca e exige preparo mínimo. Por isso, uma avaliação médica inicial é fundamental para identificar fatores de risco e definir intensidade, duração e frequência adequadas para cada pessoa.
Além da consulta, especialistas recomendam atenção a sinais como dor no peito, falta de ar, tontura, palpitações e fadiga excessiva. Ao perceber qualquer desses sintomas, o ideal é interromper a atividade e buscar atendimento.
A prática regular, quando feita com segurança, traz benefícios amplos — melhora da circulação, controle do peso, redução do estresse e fortalecimento do sistema cardiovascular. No entanto, a orientação é clara: mesmo atividades consideradas simples devem ser iniciadas com responsabilidade e acompanhamento profissional, especialmente entre idosos ou pessoas com condições pré-existentes.

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