Mesa de corte do projeto Acelera Moda SindvestPAULA JOHAS
As confecções de Nova Friburgo e região passaram a contar com uma nova estrutura voltada à melhoria dos processos produtivos e à redução de custos. O Sindicato das Indústrias do Vestuário (Sindvest), em parceria com a Firjan SENAI Espaço da Moda, lançou o Projeto Acelera Moda Sindvest, que oferece serviços técnicos às empresas do setor.
A iniciativa funciona em uma unidade instalada no bairro de Olaria e conta com uma mesa de corte automatizada, além do laboratório VestLab, destinado à realização de ensaios técnicos em produtos têxteis. A estrutura foi apresentada a empresários e ao presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, durante agenda realizada em Nova Friburgo no último dia 30 de setembro.
O equipamento será utilizado para atender as mais de 450 empresas associadas ao Sindvest na região. A proposta é permitir que as confecções tenham acesso a uma tecnologia de maior precisão sem precisar fazer individualmente o investimento necessário para adquirir e manter uma estrutura própria.
A iniciativa funciona em uma unidade instalada no bairro de Olaria e conta com uma mesa de corte automatizada, além do laboratório VestLab, destinado à realização de ensaios técnicos em produtos têxteis. A estrutura foi apresentada a empresários e ao presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, durante agenda realizada em Nova Friburgo no último dia 30 de setembro.
O equipamento será utilizado para atender as mais de 450 empresas associadas ao Sindvest na região. A proposta é permitir que as confecções tenham acesso a uma tecnologia de maior precisão sem precisar fazer individualmente o investimento necessário para adquirir e manter uma estrutura própria.
Tecnologia para reduzir desperdícios
Segundo o presidente do Sindvest, Gustavo Moraes, a sala de corte é uma das áreas que concentram os maiores custos dentro de uma confecção. Com o compartilhamento da estrutura, a expectativa é reduzir despesas e tornar o processo mais ágil.
“A sala de corte é o local que gera o maior custo dentro de uma empresa. Acreditamos que haverá grande adesão a esse serviço. As empresas da região vão poder passar a contar com um sistema moderno, inteligente e de baixo custo”, afirmou.
A mesa automatizada tem capacidade para cortar até 20 mil peças por programação. Para o presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, a parceria contribui para aumentar a eficiência das empresas.
“Essa é uma parceria que visa contribuir para a melhoria da produção. As empresas passam a contar com um equipamento de ponta, que garante a celeridade no processo de corte e maior qualidade do serviço”, destacou.
“A sala de corte é o local que gera o maior custo dentro de uma empresa. Acreditamos que haverá grande adesão a esse serviço. As empresas da região vão poder passar a contar com um sistema moderno, inteligente e de baixo custo”, afirmou.
A mesa automatizada tem capacidade para cortar até 20 mil peças por programação. Para o presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, a parceria contribui para aumentar a eficiência das empresas.
“Essa é uma parceria que visa contribuir para a melhoria da produção. As empresas passam a contar com um equipamento de ponta, que garante a celeridade no processo de corte e maior qualidade do serviço”, destacou.
VestLab oferece testes para o setor
Além da automatização do corte, o projeto disponibiliza serviços técnicos por meio do VestLab. Entre os procedimentos estão testes de solidez, atrito do tecido e cabine de luz, entre outros ensaios voltados à avaliação dos produtos.
Para a presidente da Firjan Centro-Norte Fluminense, Marcia Carestiato Sancho, a iniciativa pode contribuir diretamente para a competitividade das empresas beneficiadas, ao otimizar o tempo de produção.
O empresário Junior Mafort também ressaltou o potencial da tecnologia para reduzir gargalos. Segundo ele, o corte automatizado proporciona maior precisão, acelera a produção e diminui o desperdício de matéria-prima, fatores que podem impactar diretamente os custos e a qualidade dos produtos fabricados na região.
Para a presidente da Firjan Centro-Norte Fluminense, Marcia Carestiato Sancho, a iniciativa pode contribuir diretamente para a competitividade das empresas beneficiadas, ao otimizar o tempo de produção.
O empresário Junior Mafort também ressaltou o potencial da tecnologia para reduzir gargalos. Segundo ele, o corte automatizado proporciona maior precisão, acelera a produção e diminui o desperdício de matéria-prima, fatores que podem impactar diretamente os custos e a qualidade dos produtos fabricados na região.

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