João Carlos Silva Divulogação

Domingo de sol no Rio de Janeiro. Confeitaria Colombo lotada. Muitas mesas com pessoas de todos os segmentos degustando acepipes de extremo bom gosto. O Dia estava nas mãos de muitos em puro deleite de boas informações. A força do jornal impresso ainda é uma cultura carioca. Jornal mais vendido nas bancas da cidade , O Dia, referência nacional, virou o companheiro diário dos cariocas e fluminenses.
Roberto Delmondes é um expert em investimentos e frequentador assiduo do Rio de Janeiro. Não troca por nada um bom papo na Colombo e no Jobi. Passa todos os dias pela banca de jornais de Copacabana para levar exemplar de O Dia para sua mesa na Colombo.
- Hábito dos mais saudáveis, diz.
É verdade. Quando falamos de jornal impresso, lembramos dos áureos tempos que tínhamos muitos deles entre nós. Agora temos na palma da mão na tela do aparelho celular. Tem uns que só leem o impresso. São conservadores em tempo integral como diz o grande ícone Aristóteles Drummond.
O Dia está para o Rio de Janeiro como o Cristo Redentor está para o Brasil. Expressão mais que viva, o jornal contribui para o Brasil com sua independência editorial. O chá na Colombo não seria o mesmo sem um exemplar de O Dia em uma das mãos. O Rio de Janeiro não seria o mesmo sem O Dia nas suas bancas e na porta dos prédios e residências aos assinantes. O Dia faz bem num dia e no outro também.
João Carlos Silva é articulista e consultor