Um morteiro de uso exclusivo do Exército foi encontrado na entrada do loteamento Santa Helena, em Rio das Ostras, e precisou ser detonado por uma equipe especializada nesta quarta-feira (7). O artefato estava na Rua da Fonte e foi localizado por agentes do Proeis durante uma ação de segurança na região.
A identificação preliminar apontou que o material seria um morteiro modelo M28. Diante das características do artefato, a 128ª Delegacia de Polícia acionou o Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), unidade especializada da Polícia Civil.
Uma equipe saiu da capital com destino a Rio das Ostras para avaliar o material e definir o procedimento adequado. Após a análise, os especialistas concluíram que a melhor alternativa para neutralizar o morteiro seria a detonação no próprio ponto onde ele havia sido localizado.
Esquadrão Antibombas avaliou o artefato no local A detonação foi realizada pelo Esquadrão Antibombas em condições consideradas seguras. Com a neutralização, foi eliminado o risco associado à presença do artefato na área.
A perícia técnica também foi acionada pela 128ª DP para atuar na ocorrência. O trabalho das forças de segurança permaneceu sob acompanhamento até a conclusão do procedimento.
Equipes do 32º BPM prestaram apoio à operação e ajudaram a manter o controle da área enquanto os especialistas avaliavam e neutralizavam o material.
A atuação conjunta reuniu agentes do Proeis, policiais civis especializados, perícia técnica e equipes da Polícia Militar em uma operação que teve como objetivo retirar o artefato do local com segurança.
Polícia investiga origem do morteiro encontrado Com o material neutralizado, a investigação agora busca esclarecer como o morteiro foi parar na Rua da Fonte e quem o deixou na entrada do loteamento Santa Helena.
A 128ª DP vai apurar as circunstâncias que envolvem a presença do artefato e buscar informações sobre sua procedência. A Polícia Civil também deverá investigar a origem do morteiro identificado preliminarmente como modelo M28.
Até o momento, as informações fornecidas sobre a ocorrência não apontam quem teria deixado o material no local nem explicam como o artefato chegou àquela área de Rio das Ostras.
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