Vagner Dias de Oliveira foi condenado a 25 anos de prisão por feminicídioReprodução/Redes sociais
Na denúncia, a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro destacou que, inconformado com a separação, o réu aguardou a vítima na porta de um curso, na Zona Oeste do Rio, perseguiu o carro de aplicativo solicitado por ela e conseguiu que Raphaela entrasse no veículo conduzido por ele. Em seguida, com uma garrafa com gasolina, ateou fogo ao corpo da vítima em uma área de mata às margens da rodovia.
A promotoria apontou que, além do feminicídio, caracterizado pela violência doméstica e familiar em razão do sexo da vítima, o crime foi cometido por motivo torpe e de maneira cruel.
De acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML), a estudante morreu por asfixia, e o corpo foi queimado logo depois. A identificação foi feita por meio da arcada dentária e de algumas tatuagens. Raphaela deixou quatro filhos, entre eles uma bebê de 1 ano.

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