Marílha Menezes Antunes, de 28 anos, morreu por complicações de uma hidrolipoenxertia no glúteoReprodução / Redes Sociais
A médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Flávia Herculian Capel afirmou que, ao chegar ao local, poucos minutos depois, constatou sinais de que a vítima já estava em óbito. Ela relatou que a equipe do réu realizava manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) havia mais de uma hora e meia. A médica foi a responsável por comunicar aos familiares que Marílha já se encontrava morta, pois o médico réu apresentava sinais de nervosismo.
Claudia Maria da Cunha Neves, integrante da Vigilância Sanitária, participou da vistoria realizada no local. Segundo ela, em inspeção anterior, foram identificados medicamentos vencidos e um desfibrilador antigo, sem a capacidade necessária para a realização das checagens de funcionamento antes e após os plantões médicos.
Silvânia Maria Dias Lopes, integrante da equipe do Samu, e Lilian da Silva Lima, técnica de enfermagem do Samu 2, também prestaram depoimento. Silvânia afirmou ter sido uma das últimas a chegar ao local e relatou que não permaneceu na sala em razão da superlotação do espaço.
Já Lilian declarou que, ao chegar, presenciou a atuação conjunta da equipe na tentativa de reanimar a vítima, integrando o revezamento nas manobras de reanimação.

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