Bruno Cordeiro Gomes de Souza foi preso nesta sexta-feira (13), em ItaboraíDivulgação/Polícia Civil
Durante as investigações, os agentes identificaram por meio de câmeras de segurança que a vítima chegou ao local de trabalho em sua motocicleta e também enviou mensagens em grupos internos da empresa avisando que havia assumido o plantão. No entanto, segundo a polícia, ele foi morto dentro do próprio posto de serviço.
As imagens também mostram Bruno e o comparsa, Marcelo São Paio de Figueiredo, colocando o que seria o corpo da vítima dentro de um veículo. Após cruzamento de dados com o Centro Integrado de Segurança Pública de Niterói (CISP), os investigadores descobriram que o carro pertence a uma empresa de segurança privada cujo proprietário é Marcelo.
Câmera de segurança do Horto do Fonseca, em Niterói, flagrou ação de suspeitos no dia do desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos. Segundo a polícia, ele foi morto dentro do próprio posto de serviço
— Jornal O Dia (@jornalodia) March 13, 2026
Crédito: Divulgação/Polícia Civil pic.twitter.com/aZ7tpLjePv
A motocicleta de Maximiliano foi encontrada abandonada em outra rua no bairro Fonseca. A investigação aponta que Marcelo teria deixado o veículo no local para dificultar a apuração do crime, enquanto Bruno teria dito a terceiros que a vítima não chegou a assumir o plantão naquele dia.
Bruno acabou preso no bairro Aldeia da Prata, em Itaboraí, em cumprimento a mandado de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Já Marcelo não foi encontrado e é considerado foragido da Justiça.
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer a motivação do crime e localizar o corpo de Maximiliano. Marcelo já possui passagem por homicídio e chegou a ser preso pela própria delegacia em 2015.



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