A operação de segurança mobilizou quase 8 mil agentes, incluindo equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Segurança Presente, Operação Lei Seca e órgãos municipais.Divulgação Governo do Rio de Janeiro
Show de Shakira tem queda de mais de 50% de ocorrências policiais em comparação ao de Lady Gaga
Governo do Rio divulgou nesta segunda-feira (4) balanço das operações no megaevento da Praia de Copacabana, que teve atuação de 8 mil agentes de segurança
O esquema de segurança montado para o megashow de Shakira na Praia de Copacabana, no sábado (2), reduziu em 52% o número de ocorrências com relação ao de Lady Gaga, em 2025. Segundo o balanço divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Governo do Estado do Rio, as autoridades registraram 115 ocorrências diante de um público estimado em 2 milhões de pessoas. O show de Lady Gaga, em 2025, teve 238 registros, enquanto a apresentação de Madonna, em 2024, teve 252, uma queda de 54%.
A Operação Shakira mobilizou quase 8 mil agentes de diferentes forças, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Segurança Presente e Lei Seca, com apoio de órgãos municipais. O planejamento incluiu uso de reconhecimento facial, drones, câmeras, helicóptero e bloqueios nos acessos à orla.
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos, a atuação integrada e o uso de tecnologia foram decisivos para o resultado. “Foi uma ação planejada em detalhes, com quase 8 mil agentes envolvidos, tecnologia de ponta e integração entre as forças estaduais e municipais”, afirmou.
A Polícia Civil registrou 66 furtos de celulares, dez roubos a transeuntes e oito roubos de telefone, além de casos de porte de droga, estelionato e lesões corporais. Já a Polícia Militar prendeu seis pessoas e apreendeu dois adolescentes. Ainda durante a operação, agentes recolheram 185 objetos perfurocortantes, recuperaram uma motocicleta roubada e apreenderam entorpecentes. Parte das prisões ocorreu com auxílio de câmeras de reconhecimento facial.
O caso mais curioso foi o de um homem que foi preso por vender quatro ingressos falsos para uma suposta área vip do show por R$ 1.500, cada, a um grupo de turistas colombianos. O caso foi encaminhado para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat).

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