Frequentadores de Botafogo falam sobre segurança do bairro no primeiro dia de atuação da Força MunicipalÉrica Martin / Agência O DIA
Para o comerciante João Alves, de 74, o tópico é um dos mais importantes para a região. "Segurança é coisa fundamental, em qualquer bairro, para o freguês se sentir à vontade, tranquilo”, afirma.
Já para o vendedor ambulante José Aparecido, de 46, que trabalha na praia de Botafogo, a segurança da região vem apresentando melhora ao longo dos anos. “Até que está tranquilo ultimamente. Aqui tinha muito arrastão, mas hoje em dia está tranquilo. Com certeza, com a presença de agentes da Força Municipal, vai dar uma melhorada”, afirmou.
De acordo com o advogado aposentado Paulo Cezar Noya, de 76, o período noturno é o que mais precisa de policiamento: “Depois das 18h é muito inseguro. Está complicado viver. A gente sabe sai de casa e não sabe se volta vivo. A gente não anda com nada aqui, celular, relógio, nada".
Dono de um bar, o comerciante Francisco, de 50, também reforça o discurso sobre a periculosidade do período da noite. Segundo ele, os frequentadores do bairro também ficam muito preocupados na época do verão.
“A gente precisa de segurança aqui, principalmente no verão, época de praia, porque a turma que vem com má intenção pega o ônibus aqui na frente. Ficam uns 50 a 60 aqui na frente e aí acontecem os arrastões. Mas faz muita falta também à noite. O pessoal da UFRJ que fica no ponto de ônibus me agradece muito quando estou com o bar aberto, porque acaba sendo uma segurança”, conta.
De acordo com a Força Municipal, a divisão de elite atua em locais e horários em que as manchas criminais são altas, não estando presente, necessariamente, em todos os horários nas áreas de atuação.
No total, a Força Municipal, com a chegada a Botafogo, cobre seis perímetros na cidade, que incluem regiões como a Rodoviária/Terminal Gentileza, Centro, Campo Grande e Tijuca. Ao todo, 22 áreas com alta incidência de crimes foram mapeadas para receber o policiamento de forma gradual.











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