Cláudio Castro tenta reverter a condenação pelo TSEReprodução de vídeo
Em março, Castro foi condenado pelo TSE até 2030. Em função disso, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão. O pleito indireto ocorre por meio dos votos de deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Contudo, o PSD recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização para se candidatar ao Senado.
A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas, que ocorrem pelo voto popular. O ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril.
O STF aguarda o julgamento do recurso no TSE para decidir se as eleições serão diretas ou indiretas. O pleito para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada.
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador.
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