Monique Medeiros é ré pela morte do próprio filho Henry BorelReginaldo Pimenta/Agência O Dia
Segundo a testemunha, depois da morte do menino, ela recebeu recomendações para apagar conversas do celular e evitar comentários que pudessem comprometer a imagem dos acusados. Thayná, que trabalhou apenas pouco mais de um mês na casa, atribuiu as orientações a Monique e que foi obrigada a dizer que o relacionamento entre todos na residência era harmonioso.
Pedido de retratação
A babá prestou depoimento na condição de informante porque responde a uma ação por falso testemunho, motivada pelas diferentes versões apresentadas ao longo das investigações. À juíza, ela confirmou o desejo de se retratar e detalhou situações que, segundo ela, despertaram suspeitas sobre a convivência entre Jairinho e Henry.
Entre os episódios narrados, Thayná contou que presenciou ocasiões em que o então vereador levou o menino para o quarto do casal e permaneceu sozinho com ele por períodos prolongados. Em uma dessas, afirmou que Henry deixou o cômodo mancando e reclamando de muitas dores. Ela fez um vídeo pelo celular e chegou a enviar a Monique. Em outra, disse que a criança demonstrou resistência ao contato com Jairinho e se recusava a sair de seu colo, chegando a rasgar sua blusa.

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