Gilvan Firmo Margarida foi detido em Bangu, na Zona Oeste do RioReprodução/Internet
De acordo com as investigações, o foragido era responsável por coordenar a logística de envio de armas e drogas do Paraguai para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, mantendo contato direto com fornecedores no país vizinho.
No momento da abordagem, Gilvan apresentou um documento falso e se identificou como Gilvan de Assis Floriano, nome usado para ocultar sua verdadeira identidade. A fraude, segundo a Polícia Civil, fazia parte de uma estratégia para dificultar sua localização pelas forças de segurança.
As investigações também revelaram que Nego utilizava documentos falsificados para realizar viagens internacionais. A irregularidade foi confirmada após uma troca de informações entre a DRE e o Núcleo de Operações da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Rio.
Outro detalhe que chamou a atenção dos investigadores foi a tentativa de apagar seus rastros na Justiça. Conforme a especializada, Gilvan contratou um hacker para adulterar informações no sistema do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), com o objetivo de esconder o mandado de prisão expedido contra ele.
Após identificar a fraude, a DRE comunicou o Tribunal de Justiça, que restabeleceu os dados corretos no sistema.
Contra Gilvan Firmo Margarida havia um mandado de prisão por homicídio qualificado. Ele foi encaminhado para a delegacia e será transferido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

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