João Vitor da Silva Constantino foi preso pela DHBF e confessou o assassinato de Elidiane Divulgação PCRJ

Rio - Um homem foi preso, nesta segunda-feira (27), pela morte de uma mulher em Belford Roxo, Baixada Fluminense. Em depoimento, João Vitor da Silva Constantino admitiu ter assassinado Elidiane Cristina da Silva Moraes em agosto de 2024. 
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Segundo as investigações, Elidiane foi encontrada morta em um terreno baldio às margens da Avenida Joaquim da Costa Lima, no bairro Vila Pauline. A vítima apresentava graves lesões na cabeça e no rosto e, de acordo com o laudo de necropsia, morreu em decorrência de traumatismo craniano.

A Polícia Civil informou que a identificação de João Vitor foi possível após o depoimento de uma testemunha. À Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), ele confessou o assassinato. Segundo a corporação, o crime foi motivado por vingança. O suspeito acreditava que Elidiane o havia acusado de furtar a bolsa dela, o que teria motivado uma agressão praticada por integrantes do tráfico local contra ele.

Ainda de acordo com as investigações, algum tempo depois, João Vitor encontrou a vítima em via pública e a convenceu a acompanhá-lo até o interior de um imóvel, sem que ela soubesse que ele era o homem envolvido na suposta acusação. No local, desferiu diversos golpes na cabeça e no rosto de Elidiane com um objeto contundente, causando a morte dela.

Após o crime, o suspeito transportou o corpo da vítima e o abandonou em um terreno baldio, onde ele foi localizado posteriormente.

Ainda segundo a polícia, João Vitor possui anotações criminais por receptação, tráfico de drogas, lesão corporal em contexto de violência doméstica contra a mulher e ameaça. Ele é investigado por homicídio qualificado por motivo torpe, mediante emboscada, e ocultação de cadáver.

O criminoso foi encaminhado à DHBF e ficará à disposição da Justiça. A investigação prossegue para a conclusão do inquérito policial e a adoção das demais medidas legais.

A reportagem do O DIA tenta localizar a defesa de João Vitor da Silva Constantino. O espaço segue aberto.
*Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral