João Vitor da Silva Constantino foi preso pela DHBF e confessou o assassinato de Elidiane Divulgação PCRJ
Segundo as investigações, Elidiane foi encontrada morta em um terreno baldio às margens da Avenida Joaquim da Costa Lima, no bairro Vila Pauline. A vítima apresentava graves lesões na cabeça e no rosto e, de acordo com o laudo de necropsia, morreu em decorrência de traumatismo craniano.
A Polícia Civil informou que a identificação de João Vitor foi possível após o depoimento de uma testemunha. À Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), ele confessou o assassinato. Segundo a corporação, o crime foi motivado por vingança. O suspeito acreditava que Elidiane o havia acusado de furtar a bolsa dela, o que teria motivado uma agressão praticada por integrantes do tráfico local contra ele.
Ainda de acordo com as investigações, algum tempo depois, João Vitor encontrou a vítima em via pública e a convenceu a acompanhá-lo até o interior de um imóvel, sem que ela soubesse que ele era o homem envolvido na suposta acusação. No local, desferiu diversos golpes na cabeça e no rosto de Elidiane com um objeto contundente, causando a morte dela.
Após o crime, o suspeito transportou o corpo da vítima e o abandonou em um terreno baldio, onde ele foi localizado posteriormente.
Ainda segundo a polícia, João Vitor possui anotações criminais por receptação, tráfico de drogas, lesão corporal em contexto de violência doméstica contra a mulher e ameaça. Ele é investigado por homicídio qualificado por motivo torpe, mediante emboscada, e ocultação de cadáver.
O criminoso foi encaminhado à DHBF e ficará à disposição da Justiça. A investigação prossegue para a conclusão do inquérito policial e a adoção das demais medidas legais.
A reportagem do O DIA tenta localizar a defesa de João Vitor da Silva Constantino. O espaço segue aberto.

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