Leonardo integrava a direção do Centro Espírita Semeadores da Luz, na Ilha do GovernadorReprodução/Polícia Civil
De acordo com a polícia, os líderes religiosos convenciam vítimas a participar de atos sexuais sob a alegação de que as práticas proporcionariam benefícios espirituais. O grupo também utilizava argumentos ligados à doutrina da instituição para influenciar o comportamento dos frequentadores.
As investigações revelaram ainda que os abusos ocorreram ao longo de aproximadamente uma década com homens e mulheres. Além disso, os condenados se aproveitaram da relação de confiança e da influência exercida sobre os frequentadores para cometer os crimes.
Além das acusações de cunho sexual, a Polícia Civil informou que os investigados também exploravam financeiramente membros da instituição religiosa. Parte das doações recebidas pelos dirigentes, segundo a investigação, teria sido utilizada para despesas pessoais.
Outro ponto destacado pelas autoridades envolve a atuação de Leonardo como psicólogo sem possuir formação ou habilitação profissional para exercer a atividade. Após a prisão, ele foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça para cumprimento da pena.



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