17ª DP (São Cristóvão) Reprodução / Google
De acordo com as investigações, o grupo adotava uma estratégia para não despertar suspeitas. Os criminosos solicitavam corridas e embarcavam nos veículos como passageiros comuns. Durante o trajeto, um dos integrantes sacava uma arma de fogo e anunciava o assalto.
As vítimas eram obrigadas a seguir para locais isolados e de pouco movimento, onde eram mantidas sob ameaça. Além de terem celulares, dinheiro e pertences roubados, os motoristas eram forçados a realizar transferências bancárias via pix diretamente para contas controladas pelos criminosos.
Segundo a Polícia Civil, o homem preso nesta segunda-feira participou de um assalto ocorrido no mês passado contra um taxista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. A partir da investigação desse caso, os agentes identificaram os integrantes da organização e passaram a monitorar seus deslocamentos e contatos.
Após um trabalho de inteligência que incluiu cruzamento de informações, análise de dados e monitoramento dos investigados, os policiais localizaram o suspeito em Nova Iguaçu. Contra ele foi cumprido um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.
Ainda durante a ação, os agentes também deram cumprimento a outro mandado de prisão temporária contra um integrante da quadrilha que já estava preso desde julho. Conforme a investigação, ele era o responsável por anunciar os assaltos empunhando a arma utilizada pelo grupo e havia sido preso em flagrante após praticar outro crime semelhante.
A polícia acredita que a quadrilha tenha participado de outros roubos com o mesmo modus operandi em diferentes regiões da cidade.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.