O investigado foi localizado em um imóvel em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.Divulgação/Polícia Civil
A investigação começou após a produção de um relatório de inteligência cibernética que identificou um conglomerado de sites voltados à oferta de produtos e serviços utilizados em diferentes modalidades de crimes digitais. Entre os materiais comercializados estariam bases de dados pessoais, informações financeiras, cartões de crédito clonados e programas conhecidos como “checkers”, utilizados para testar vulnerabilidades em sistemas bancários.
De acordo com os investigadores, um trabalho de rastreamento digital e financeiro permitiu identificar o suspeito e apontou movimentações consideradas incompatíveis com sua capacidade econômica declarada. Empresas ligadas a ele teriam registrado transações superiores ao faturamento anual informado. Ele ainda possui registros anteriores relacionados a crimes cibernéticos e responde a investigações em outros estados.
As apurações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa, rastrear a movimentação dos recursos obtidos com as fraudes e reunir novas provas para responsabilização dos envolvidos.

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