Ação de coleta ajuda a identificar dados de DNA de pessoas desaparecidasReprodução
Podem doar, prioritariamente, familiares de primeiro grau, como pai, mãe, filhos, outro genitor e irmãos biológicos.
Quando não for possível, outros familiares também podem contribuir, conforme orientação no ponto de coleta. Para participar, é necessário apresentar documento de identificação e os dados do Registro de Ocorrência do desaparecimento. Quem ainda não possui RO deve procurar uma delegacia para registrar o desaparecimento. Mesmo quando não há uma identificação imediata, o material permanece disponível para novos cruzamentos nos bancos de perfis genéticos. Esse processo é fundamental para fornecer respostas às famílias e ajudar na solução de casos pendentes de desaparecimento.
Pontos de coleta no Rio de Janeiro:
• Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense (IPPGF): Rua Marquês de Pombal, 150, Cidade Nova, Rio de Janeiro.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Campo Grande: Estrada do Mendanha, 1.672, Campo Grande, Rio de Janeiro.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Duque de Caxias: Rua Ailton da Costa, s/nº, 25 de Agosto, Duque de Caxias.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Nova Iguaçu: Rua Edna, s/nº, Posse, Nova Iguaçu.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Niterói: Travessa Comandante Garcia Dávila, 51, Santana, Niterói.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Volta Redonda: Avenida Paulo Erlei Abrantes, 1.325, Três Poços, Volta Redonda.
• Posto Regional de Polícia Técnico-Científica – Angra dos Reis: Rodovia Governador Mário Covas, km 504, Bracuí, Angra dos Reis.

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