Material apreendido durante a açãoDivulgação
A ocorrência faz parte da Operação Illicitus, da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), que tem como objetivo combater o crime organizado dentro do sistema prisional fluminense.
As ações começaram nas primeiras horas da manhã, após agentes identificarem uma movimentação considerada atípica na comunidade do Arará, no entorno do presídio, incluindo um drone sobrevoando o perímetro.
As policiais penais conseguiram identificar a cela para onde o material estava sendo enviado. As internas que ocupavam o espaço serão redistribuídas para outras celas. Uma sindicância será instaurada para individualizar as condutas e apurar a responsabilidade de cada envolvida.
A ação foi realizada por agentes do próprio Instituto Penal Oscar Stevenson, com apoio da Coordenação de Unidades Prisionais Femininas e Cidadania LGBTQIA+.
O material apreendido será encaminhado para a 21ª DP (Bonsucesso), onde a ocorrência será registrada. Imagens das câmeras de segurança da unidade também serão entregues à Polícia Civil para auxiliar nas investigações e na identificação dos responsáveis.
Desde o início da Operação Illicitus, em agosto, mais de 750 celulares e 15 quilos de drogas foram apreendidos em unidades prisionais do estado. No mesmo período, 12 visitantes foram presos ao tentar entrar em estabelecimentos penais com materiais proibidos. Dois policiais penais também foram flagrados.
Segundo a Seppen, as ações de fiscalização são realizadas de forma sistemática, com uso de tecnologias como scanners corporais, e têm como objetivo impedir a entrada de itens proibidos e enfraquecer a atuação do crime organizado no sistema prisional.

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