Celulares apreendidos na açãoDivulgação/Polícia Civil

Policiais civis da 39ª DP (Pavuna) apreenderam 41 telefones celulares durante uma ação realizada nesta quinta-feira (17), na Feira da Pavuna, Zona Norte. Os aparelhos foram localizados em um quiosque alvo de investigações relacionadas à receptação de produtos roubados. Não houve prisões. 
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A ação faz parte de uma nova fase da Operação Última Chamada, conduzida por agentes do Grupo de Investigação Complementar (GIC) da delegacia. Segundo a Polícia Civil, o trabalho foi resultado de monitoramento e levantamento de informações sobre a atuação de quadrilhas especializadas em roubos de celulares e receptação na região da Pavuna e em bairros vizinhos.

Durante as diligências, os policiais identificaram o ponto onde os aparelhos estavam armazenados e realizaram a apreensão do material. Os celulares serão submetidos a perícia para verificar a origem dos equipamentos e identificar possíveis vítimas dos crimes.

De acordo com a corporação, as investigações prosseguem para localizar e responsabilizar os envolvidos no esquema de receptação. A polícia busca esclarecer como os aparelhos chegaram ao local e quem seriam os responsáveis pela comercialização dos equipamentos.
A Feira da Pavuna é um tradicional centro de comércio popular e convivência localizado na divisa entre o bairro, na Zona Norte, e o município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense

A Operação Última Chamada integra uma série de ações desenvolvidas pela 39ª DP para combater o roubo e o comércio ilegal de celulares na região. A expectativa dos investigadores é que a análise dos aparelhos apreendidos contribua para o avanço das apurações e para a identificação de integrantes das quadrilhas que atuam no setor.

A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio do Disque Denúncia, pelo telefone (21) 2253-1177. O sigilo é garantido.

Outra operação apreendeu mais aparelhos

No âmbito do comércio eletrônico, a Polícia Federal realizou mais cedo, na manhã desta quinta-feira (17), a Operação Conexão Paralela para combater um grupo suspeito de atuar na entrada clandestina de aparelhos eletrônicos no Brasil. Segundo as investigações, a organização teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos com a introdução irregular e a posterior comercialização dos produtos.