De acordo com as investigações, o suspeito não aceitava o fim do relacionamentoDivulgação/Polícia Civil

Um homem foi preso, nesta quarta-feira (16), suspeito de invadir a casa da ex-companheira, agredi-la com uma pedra e atacar o filho dela, de 9 anos, em Guapimirim, na Baixada Fluminense. A prisão foi realizada por policiais civis da 67ª DP (Guapimirim), com apoio da Guarda Municipal.
De acordo com as investigações, o suspeito, que não terá seu nome divulgado para preservar as vítimas, não aceitava o fim do relacionamento e foi até a casa da ex-companheira pela manhã. Segundo a Polícia Civil, ele teria forçado a entrada no imóvel, apesar das tentativas da mulher de impedi-lo.

Já dentro da casa, os dois entraram em luta corporal. Durante as agressões, o homem teria pegado uma pedra e a arremessado contra o rosto da vítima, provocando ferimentos e intenso sangramento.

Ainda segundo os agentes, o filho da mulher tentou intervir para proteger a mãe. A criança acabou sendo agredida pelo suspeito com socos e chutes, inclusive na região do olho direito.

Após o ataque, o suspeito deixou o local antes da chegada das autoridades. A Guarda Municipal foi acionada, prestou os primeiros socorros às vítimas e as encaminhou para atendimento médico. Em seguida, a mulher e o menino foram levados à delegacia para o registro da ocorrência.

Com base nas informações obtidas durante o atendimento, equipes da Polícia Civil e da Guarda Municipal iniciaram buscas pelo suspeito. Ele foi localizado horas depois em outro endereço no município e conduzido à 67ª DP (Guapimirim), onde recebeu voz de prisão.

Segundo a corporação, o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal contra a mulher em contexto de violência doméstica, lesão corporal contra a criança e violação de domicílio.

As investigações apontam ainda que o preso possui um extenso histórico criminal. Conforme a Polícia Civil, há registros anteriores por crimes como roubo, tráfico de drogas, furto e também por lesão corporal em contexto de violência doméstica.

O caso foi registrado na 67ª DP, que segue apurando as circunstâncias da ocorrência. Após os procedimentos de polícia judiciária, o acusado permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforçou que denúncias de violência doméstica podem ser feitas de forma anônima e que a rápida comunicação às autoridades é fundamental para proteger vítimas e impedir a escalada das agressões.

A reportagem de O DIA tenta contato com a defesa do suspeito. O espaço segue aberto para manifestações.