Sepultamento de Jefté dos Santos do Bonfim reuniu familiares, amigos e colegas de fardaReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Segundo a Polícia Militar, o cabo realizava patrulhamento pelo Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE). A equipe estava fazendo um estreitamento de pista quando receberam informações sobre um roubo de veículo.
Quando os suspeitos se aproximaram, o agente deu ordem de parada, que não foi atendida. Os criminosos bateram na viatura do BPVE e balearam Jefté na cabeça, fugindo em seguida.
O policial chegou a ser socorrido pelos colegas e levado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu. A prefeitura informou que o homem chegou em estado gravíssimo, recebeu atendimento de emergência, mas teve uma parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de reanimação, no entanto, o paciente não respondeu.
Próximo ao local onde Jefté foi baleado e atropelado, policiais prenderam os quatro suspeitos, dois homens e dois adolescentes. Um deles foi baleado na perna. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga o caso.
Jefté era divorciado e deixou três filhos. O cabo estava há 10 anos na Polícia Militar.
Violência contra policiais
No domingo (13), um criminoso matou a tiros o cabo José Luiz Porto Junior, de 42 anos, lotado no 14ª BPM (Bangu), em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o PM abordou suspeitos que estariam consumindo drogas na região conhecida como Orla do Viegas, quando um homem atirou sete vezes na direção dele, usando a pistola da própria vítima. O autor fugiu, mas acabou preso pela Polícia Civil.






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