Cláudio foi condenado por participação na morte de um sargento da PMDivulgação
Segundo as investigações, criminosos invadiram o estabelecimento para roubar celulares e mantiveram clientes e funcionários sob a mira de armas. Enquanto um dos assaltantes seguiu para o estoque, outro permaneceu no salão. O policial e a filha chegaram ao local durante a ação e acabaram surpreendidos pelos criminosos.
Um dos assaltantes, identificado como Edvandro Luiz Galvão Muniz, conhecido como Lorão, teria ficado responsável pela fuga. Já outro criminoso, conhecido como Bolão, que já está preso, e estava no estoque, atirou contra o sargento e a filha. Renato foi atingido na cabeça e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu. A menina, baleada na perna, recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar antes de ser transferida para o HCPM.
Após o crime, Edvandro e o comparsa deixaram a loja com o auxílio de outros criminosos que os aguardavam em motocicletas. De acordo com o Disque Denúncia, um deles era Cláudio. O grupo fugiu em direção à Pedra do Sal levando o celular e a arma do policial.
Foragido
Ele deixou a prisão durante a saída autorizada no Indulto de Natal de 2025, mas não retornou à unidade prisional. Por causa disso, a Vara de Execuções Penais (VEP) expediu um mandado de prisão contra ele.
Ele foi condenado a 23 anos de detenção pelo crime de latrocínio — roubo seguido de morte. Segundo a Justiça, ainda restam cerca de 11 anos de pena a serem cumpridos em regime semiaberto. Houve ainda regressão cautelar do regime enquanto o procedimento disciplinar relacionado à fuga é analisado.
Denúncias
Também é possível enviar denúncias pelo aplicativo Disque Denúncia RJ ou pelo WhatsApp Anonimizado, no mesmo número. A ferramenta utiliza uma tecnologia que oculta informações capazes de identificar o denunciante.

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