Cinco pistolas e um fuzil foram apreendidos na ação contra o esquemaDivulgação PCRJ
Segundo a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), o grupo simulava a formação de sargentos da reserva para produzir carteiras militares e autorizações fraudulentas de compra de armamentos. A investigação, que durou cerca de dois meses, apontou que os envolvidos organizavam aulas presenciais e provas para dar aparência de legalidade ao falso curso.
Depois das atividades, os participantes recebiam documentos com assinaturas atribuídas a oficiais militares, usados para iniciar a compra de armas em estabelecimentos autorizados. Certificados de Registro de Armas de Fogo (CRAF) também eram falsificados para permitir a retirada dos produtos.
Fuzil e pistolas estão entre os materiais apreendidos
Parte do armamento ainda aguardava retirada nas lojas quando a fraude foi descoberta, impedindo a entrega aos compradores. A Justiça determinou o perdimento das armas apreendidas para que sejam destinadas à Polícia Civil.
Caso começou após compra com documentação falsa
O Exército confirmou que a documentação apresentada era fraudulenta e que as autorizações de compra não existiam.
Além da prisão em flagrante que deu origem às investigações, a Justiça decretou três prisões temporárias, duas delas cumpridas até o momento. Os nomes e as imagens dos presos não foram divulgados para não comprometer o andamento do caso.
A Desarme continua as diligências para identificar os responsáveis pela organização do curso e pela produção e distribuição dos documentos falsos, além de localizar outros possíveis envolvidos.

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