A Polícia Civil identificou o motorista que atropelou e matou o vendedor de sopas Hugo Souza Fialho, de 27 anos, em Irajá, na Zona Norte do Rio. Rafael Lima de Oliveira, de 47 anos, é considerado foragido da Justiça. O acidente ocorreu na noite de 27 de agosto, mas a vítima morreu em 8 de setembro.
O mandado de prisão foi expedido no dia 1º de outubro pela juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. A investigação do caso segue sob sigilo na 27ªDP (Vicente de Carvalho).
Na ocasião do atropelamento, um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que Hugo Souza foi atingido por um carro em alta velocidade enquanto andava com seu carrinho de lanches na Rua Oliveira Álvares, próximo ao número 280. O motorista fugiu sem prestar socorro.
Polícia busca motorista que atropelou e matou vendedor de sopas em Irajá Reprodução / Redes sociais https://t.co/JCsECSKrAO
O vendedor chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, também na Zona Norte, mas não resistiu. O enterro aconteceu no dia 10 de setembro no Cemitério Memorial do Rio. A vítima era conhecida por vender sopas diariamente na região.
A reportagem não localizou a defesa de Rafael. O espaço está aberto para eventuais manifestações.
Vídeo mostra PMs atirando contra carro de secretário de Queimados
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que policiais militares disparam contra o carro de Jefferson Dias da Silva, conhecido como Jeferson da Linave, de 51 anos. Reprodução: Redes Sociais https://t.co/C01phxBqAn
A gravação, feita por pessoas que passavam pela via, registra policiais efetuando disparos contra o veículo, um BYD branco. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que busca esclarecer as circunstâncias da abordagem e identificar de quais armas partiram os tiros que atingiram o secretário.
Cinco policiais militares envolvidos na ocorrência foram afastados por determinação do governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto. As armas utilizadas na ação foram apreendidas e encaminhadas para perícia. A investigação também inclui a análise das imagens das câmeras corporais dos agentes.
Em depoimento à Polícia Civil, os militares do 22º BPM (Maré) afirmaram que Jefferson não teria obedecido à ordem para desligar o motor e sair do automóvel. Segundo os relatos, os agentes ouviram disparos durante a ocorrência e um policial atirou contra a roda traseira do veículo.
De acordo com os registros da investigação, o carro teria passado por três pontos de bloqueio montados pelos policiais. A perseguição terminou nas proximidades da Passarela 14, onde o veículo foi interceptado e bateu em uma mureta.