São Gonçalo: Prefeito Capitão Nelson acompanhou a campanha de seu filho, Douglas Ruas, ao Governo do Estado do RioReprodução/Internet

Além de acompanhar a trajetória de Douglas Ruas na disputa pelo Governo do Estado, o grupo político liderado pelo prefeito Capitão Nelson trabalha para ampliar sua influência também na formação das bancadas estadual e federal, apostando no peso eleitoral de São Gonçalo.
Entre os nomes apoiados pelo prefeito está o vereador Alexandre Gomes, que cumpre seu quarto mandato na Câmara Municipal e atua como líder do governo. Ele concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados e reúne ao seu redor figuras de destaque da direita conservadora da cidade, como o ex-deputado e ex-comandante do 7º BPM, coronel Salema, e o suplente de vereador Leandro Sirqueira.

A articulação ganhou visibilidade durante um grande encontro de lideranças conservadoras em São Gonçalo, que reuniu centenas de apoiadores. O evento também contou com a presença do deputado estadual Anderson Moraes, um dos principais nomes da direita no estado e aliado da família Bolsonaro.

A reunião serviu para apresentar projetos e alinhar estratégias políticas para São Gonçalo, o Rio de Janeiro e o país. Caso o desempenho nas urnas reflita a mobilização vista nas ruas, Capitão Nelson pode sair da eleição de 2026 ainda mais fortalecido, ampliando sua influência no município e no cenário estadual. A disputa deste ano coloca em jogo diferentes projetos para o futuro do estado — e São Gonçalo tende a ocupar papel relevante nesse processo.

Trânsito intenso marca horário do almoço durante votação

Quem decidiu votar no início da tarde enfrentou trânsito pesado em diversos pontos de São Gonçalo. O fluxo de veículos aumentou em várias regiões, deixando o deslocamento mais lento e afetando até quem não estava a caminho de locais de votação. Os engarrafamentos não ficaram restritos aos arredores das escolas eleitorais. Ruas importantes da cidade registraram retenções prolongadas, e motoristas relataram trajetos que levaram mais que o dobro do tempo habitual.

O analista de logística Gabriel Alencar foi um dos condutores que enfrentou a lentidão. Ele contou que o percurso entre Galo Branco e Venda da Cruz, normalmente feito em menos de meia hora, chegou a durar cerca de 1h40. Segundo Gabriel, além do aumento natural de veículos por causa da eleição, muitos motoristas acabam ignorando regras básicas de trânsito, o que contribui para agravar o congestionamento.

Relatos semelhantes vieram de outras regiões que não ficam diretamente próximas aos locais de votação, indicando que o impacto do movimento eleitoral se espalhou pela cidade durante o horário do almoço.