Problema teria começado depois da expansão de granjas na região, segundo moradoresReprodução redes sociais
A infestação de moscas na localidade de Água Quente, no segundo distrito de Teresópolis, voltou a ganhar destaque e agora mobiliza o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O problema, que segundo moradores persiste há mais de dez anos, tem causado transtornos constantes para a população e se intensificado nos últimos meses.
De acordo com relatos de moradores, as moscas invadem residências, cozinhas, estabelecimentos comerciais e áreas de convivência, comprometendo atividades cotidianas e gerando preocupação com as condições sanitárias da região. A comunidade afirma que a proliferação dos insetos teria começado após a expansão de granjas instaladas na localidade e se agravado com a implantação de uma fábrica de ração nas proximidades.
O caso já foi alvo de reportagens e denúncias anteriores. Em janeiro deste ano, moradores voltaram a relatar o aumento da infestação, afirmando que a situação se tornou ainda mais crítica desde o início de 2026. O tema também chegou à Câmara Municipal, onde foi discutido por vereadores diante das frequentes reclamações da população.
Diante da repercussão e das denúncias, o Ministério Público passou a acompanhar o caso. Os moradores esperam que a atuação do órgão contribua para a identificação das causas do problema e para a adoção de medidas capazes de reduzir a infestação, considerada um dos principais desafios enfrentados pela comunidade de Água Quente.
Enquanto aguardam providências, moradores seguem convivendo com os impactos da presença excessiva de moscas, situação que, segundo eles, afeta diretamente a qualidade de vida e o bem-estar de quem vive na região.
De acordo com relatos de moradores, as moscas invadem residências, cozinhas, estabelecimentos comerciais e áreas de convivência, comprometendo atividades cotidianas e gerando preocupação com as condições sanitárias da região. A comunidade afirma que a proliferação dos insetos teria começado após a expansão de granjas instaladas na localidade e se agravado com a implantação de uma fábrica de ração nas proximidades.
O caso já foi alvo de reportagens e denúncias anteriores. Em janeiro deste ano, moradores voltaram a relatar o aumento da infestação, afirmando que a situação se tornou ainda mais crítica desde o início de 2026. O tema também chegou à Câmara Municipal, onde foi discutido por vereadores diante das frequentes reclamações da população.
Diante da repercussão e das denúncias, o Ministério Público passou a acompanhar o caso. Os moradores esperam que a atuação do órgão contribua para a identificação das causas do problema e para a adoção de medidas capazes de reduzir a infestação, considerada um dos principais desafios enfrentados pela comunidade de Água Quente.
Enquanto aguardam providências, moradores seguem convivendo com os impactos da presença excessiva de moscas, situação que, segundo eles, afeta diretamente a qualidade de vida e o bem-estar de quem vive na região.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que acompanha o caso e que a Vigilância Sanitária continua monitorando a situação em Água Quente. A pasta também orienta que moradores registrem reclamações e denúncias por meio da Ouvidoria Geral do Município, para auxiliar no acompanhamento da ocorrência.

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