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O tratamento do autismo não é feito somente por um profissional. Ele é multidisciplinar, ou seja, precisa de especialistas de várias áreas. O diagnóstico é clínico, normalmente feito por um neurologista, que pode ou não solicitar exames complementares. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe que engloba fono, terapeuta ocupacional, psicomotricista, psicopedagoga e ainda pediatra, neurologista e psiquiatra.

Os cuidados são individualizados e específicos, porém, há algumas atividades que são consideradas gerais. A psicomotricista ressalva quais são elas. "É importante trabalhar a comunicação funcional, jogos e brincadeiras que estimulem a interação. Há ainda outras abordagens terapêuticas como o ABA (análise aplicada do comportamento), que trabalha no reforço dos comportamentos positivos", detalha Joanna.

Vale lembrar que a família é um agente essencial de intervenção. É fundamental que os profissionais que estão realizando o tratamento orientem os familiares. Essa parceria entre família e profissionais é uma grande aliada no desenvolvimento da criança que apresenta o TEA.

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